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Gerenciamento de Ações

Apresentação

Observatório dos Diálogos

Neste Observatório dos Diálogos estão descritos os Diálogos Setoriais em andamento (menu à direita) em temas de interesse comum para a parceria estratégica entre o Brasil e a União Europeia (UE), estabelecida durante a Primeira Cúpula UE-Brasil, realizada em julho de 2007, em Portugal.

As relações bilaterais entre Brasil e UE têm se intensificado e diversificado desde a celebração dessa parceria, o ápice de um longo e frutífero histórico de relações baseado na partilha de valores comuns fundamentais como a democracia, o respeito pelos direitos humanos, as liberdades básicas, a justiça social, a boa governança e o Estado de Direito.

Cúpulas Brasil-UE

A União Europeia e o Brasil realizaram Cúpulas anuais focadas nos principais desafios globais, como a mudança climática, a crise financeira internacional e a análise das respectivas situações regionais, entre outras. Sete cúpulas foram realizadas até agora. A mais recente ocorreu em Bruxelas, na Bélgica, em 24 de fevereiro de 2014. Foram eventos bem-sucedidos, que forneceram orientações e impulso para intensificar a cooperação em âmbito técnico e geraram uma dinâmica positiva na relação.

Plano de Ação Conjunta

Na Segunda Cúpula bilateral, realizada no Rio de Janeiro, em dezembro de 2008, a União Europeia e o Brasil elaboraram um Plano de Ação Conjunta (JAP – Join Action Plan) como ferramenta para orientar a execução concreta dos objetivos e prioridades definidas na parceria estratégica.

Os JAPs têm validade de três anos. O JAP-I cobriu o período de 2009 a 2011. Durante a Quinta Cúpula UE-Brasil, o instrumento foi ratificado e estabeleceu-se o novo JAP-II, que cobre o triênio 2012-2014. O JAP identifica os objetivos específicos para as cinco áreas de prioridade para a cooperação e a atividade conjunta em que as partes comprometem-se em construir uma parceria estratégica global:

1. Promover a paz e a segurança abrangente por meio de um sistema multilateral eficaz;

2. Reforçar a parceria econômica, social e ambiental para promover o desenvolvimento sustentável;

3. Promover a cooperação regional;

4. Promover a ciência, a tecnologia e a inovação;

5. Promover os contatos entre as pessoas e os intercâmbios culturais.